A inspiração para estas mandalas veio de duas tradições indianas: o kolan e o rangoli.
Transponho essas práticas para o papel Canson e placas de fórmica.
A inspiração para estas mandalas veio de duas tradições indianas: o kolan e o rangoli.
Transponho essas práticas para o papel Canson e placas de fórmica.
O kolam é uma prática tradicional do sul da Índia, especialmente em Tamil Nadu, onde padrões geométricos e simétricos são desenhados no chão limpo de terra batida com farinha de arroz, geralmente na entrada das casas, como forma de acolhimento e espiritualidade, e um chamado à prosperidade dirigido à deusa Lakshmi.
A tradição manda refazê-las a cada dia.
Já o rangoli é mais comum no norte da Índia e é uma técnica semelhante, mas com uso de cores mais vibrantes, geralmente feita em festivais como o Diwali, para atrair prosperidade e alegria.
Ambos são expressões artísticas efêmeras, ligadas à devoção, ao cotidiano e à conexão com o sagrado.
As mandalas não são apenas composições visuais, mas espaços de presença e escuta interior. São construídas camada por camada, cor por cor, como pequenos rituais desenhados — ecos do chão sagrado da Índia impressos em suportes menos perenes.
Textos em colaboração com a Open AI
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